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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

A comunidade está situada à Rua Gerino de Souza Filho, no bairro de Caixa D’Água, do outro lado da Estrada do Coco.  Tudo começou em 1989, com o Sr. Pedro,  Sra. Pedra,  Sra. Ambrosina (In memoriam) e Sr.  Carlos Barbosa, (in memoriam) que iniciaram a evangelização em casa de Sr. Justino e Sra. Ana e juntos visitaram várias casas do bairro, evangelizando, conquistando um grande número de fiéis, juntamente com Sr. Agilson e Sr. Raimundo, sob a orientação do padre João Abel.

Somente em 1991, foi celebrada a primeira missa no bairro, no dia de Natal, em uma antiga escola (Centro Educacional do Caji), que serviu de abrigo até ser transferida para um pequeno galpão em 1996. Em 2003, padre João Abel iniciou a construção da Igreja, já em terreno próprio, sendo entregue em 25 de outubro de 2004 ao Pe. Antônio Sérgio, que finalizou a construção.
Ao longo dos anos, a Igreja e o Centro Comunitário, único na região, que tem como intercessora Madre Eugênia Ravasco (fundadora da ordem de origem italiana; contamos com 3 freiras desta congregação trabalhando aqui nos anos de 2006 e 2007), tiveram várias reformas e melhorias. No final do ano de 2008, houve a colocação de piso e azulejos nas laterais da igreja e uma linda cruz em mármore branco foi aplicada na parede externa, com iluminação própria. O sacrário foi entronizado em 2009. O muro foi rebaixado e gradeado, favorecendo a visão da comunidade sobre as atividades da igreja e ganhou nova pintura no ano de 2010. Em 2016, o Centro Comunitário passou por nova reforma, onde houve a colocação de forro no teto, e, juntamente com a Igreja, ganhou uma nova pintura.
Durante o mês de maio, a comunidade reza a oração do terço todos os dias e o Ofício de Nossa Senhora aos sábados. No dia 31 de maio é realizada a coroação de Nossa Senhora. O tríduo, a oração das 1000 Ave Marias, a procissão e a Missa solene de encerramento da festa da padroeira são realizados em maio de cada ano, feito com especial fervor, por ser a única comunidade mariana vinculada à paróquia.

Atividades:

Celebrações: Domingo às 9:30 h.
Quarta-feira: às 19:30 h.
Adoração ao Santíssimo: quinta feira às 18:30 h.
Terço: terça feira às 18:30 h.
Terço dos Homens: Domingo às 8:30 h.
Catequese: sábado a partir das 15 h.
Crisma: sábado às 16:30 h.
Legião de Maria: segunda às 19 h.
Grupo de Jovens: sábado às 18:30 h.
Pastoral da Criança: Menino Jesus: Última 3ª. terça feira do mês às 14 h.
Evangelização nas casas: Terça-feira, 19:30h

PADROEIRA

No dia 5 de maio de 1917, durante a primeira guerra mundial, o Papa Bento XV convidou os católicos do mundo inteiro para se unirem em uma cruzada de orações para obter a paz, com a intercessão de Nossa Senhora. Oito dias depois, a Beatíssima Virgem dava aos homens a sua resposta, aparecendo a 13 de maio a três pastorzinhos portugueses, Lúcia de 10 anos, Francisco de 9 e Jacinta de 7.
A Senhora marcou com eles encontro naquele mesmo lugar, espaçoso e descampado denominado Cova de Iria, para o dia 13 de todo mês. Lúcia, a maiorzinha, recomendou aos priminhos para não contarem nada em casa. Mas Jacinta não soube guardar o segredo e no dia 13 de junho, os três pastorinhos não estavam mais sozinhos no encontro.
No dia 13 de julho, Lúcia hesitou em ir ao encontro porque os pais a haviam maltratado, mas depois se deixou convencer por Jacinta e, foi precisamente durante a terceira aparição, que Nossa Senhora prometeu um milagre para que o povo acreditasse na história das três crianças. A 13 de agosto os três videntes, fechados no cárcere, não puderam ia à Cova da Iria.
A 13 de outubro, no último encontro, setenta mil pessoas lotavam o lugar das aparições e foram testemunhas do milagre anunciado: o sol parecia mover-se medrosamente, como se estivesse para destacar-se do firmamento, crescendo entre as chamas multicores. Nossa Senhora, em momentos sucessivos, ia aumentado os prodígios para persuadir da sua mensagem, para dar a sua resposta que empenha a todos os cristãos: “Rezem o terço todos os dias; rezem muito e façam sacrifícios pelos pobres pecadores; são muitos os que vão para o inferno por não haver quem se preocupe em rezar e fazer sacrifícios por eles… A guerra logo vai acabar, mas se não pararem de ofender ao Senhor, não passará muito tempo para vir outra pior. Abandonem o pecado de suas próprias vidas e procurem eliminá-lo da vida dos outros, colaborando com a Redenção do Salvador”.
Ao constatar-se o fato da segunda guerra mundial os cristãos lembraram-se da mensagem de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal legado, no meio de uma multidão de oitocentas mil pessoas, houve a coroação da estátua de Nossa Senhora de Fátima. Em 1951, Pio XII estabeleceu que o encerramento do Ano Santo fosse celebrado no santuário de Fátima.
A 13 de maio de 1967, pelo 50º aniversário das aparições de Nossa Senhora, o Papa Paulo VI chegou a Fátima, onde o aguardava, juntamente com um milhão de peregrinos, que haviam passado a noite ao relento, Lúcia, a vidente Lúcia.