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SÃO MATEUS

Esta comunidade é a mais antiga da Paróquia e está localizada no centro do bairro da Vila Praiana.
É uma comunidade em constante reforma. Em 2006 a paróquia se mobilizou com a comunidade em prol da reforma e ampliação da igreja, com a entronização do Sacrário. Em 2007 a comunidade custeou a construção de uma sala para as pastorais e em 2008 novas salas, também com verbas oriundas da festa do seu padroeiro e da paróquia. Em 2010 houve a colocação de forro, ventiladores e extintores, além da pintura da Igreja.

A festa de seu padroeiro ocorre em setembro, com atenção especial para a evangelização, missão e atividades durante o tríduo da festa, com quermesse e vendagem de alimentos.  A Paróquia comemorou, em vários anos, o encerramento do mês da Bíblia nesta festa.

Atividades:

Celebrações: Domingo às 7:30 h.
terça feira às 19:30 h.
Catequese: sábado a partir das 8:30 h – pré catequese, 1ª., 2ª. etapa e perseverança.

Crisma: Domingo às 9 h.
Adoração ao Santíssimo: quinta feira às 19:30 h.
Pastoral da Evangelização: 2 grupos que quarta feira  e sexta feira às 19:00h visitam o bairro.
Pastoral da Criança: último sábado do mês às 14 h.
Ginástica em comunidade: quarta feira às 8 h, aberta à participação de todos.

PATRONO

Mateus, coletor de impostos, apóstolo e evangelista: foge do dinheiro para um serviço de perfeita pobreza: a proclamação da mensagem cristã. O evangelho a ele atribuído nos fala mais amplamente que os outros três sobre o uso do dinheiro: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os destroem, e onde os ladrões arrombam, mas ajuntai para vós tesouros nos céus”, “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”. Foi Judas, porém,
e não Mateus que teve o encargo de caixa da pequena comunidade apostólica, Mateus deixa o dinheiro para seguir o mestre, enquanto Judas o trai por trinta dinheiros.
Quando se fala do episódio do coletor de impostos chamado a seguir Jesus, os outros evangelistas, Marcos e Lucas, falam de Levi. Mateus, ao contrário, prefere denominar-se com o nome mais conhecido de Mateus e usa o apelido de publicano, que soa como usurário ou avarento, “para demonstrar aos leitores – observa São Jerônimo – que ninguém deve desesperar da salvação, se houver uma conversão para uma vida melhor”.
Mateus, o rico coletor, respondeu ao chamado do mestre com entusiasmo. No seu evangelho ele esconde humildemente este alegre particular, mas a informação foi divulgada por São Lucas: “Levi preparou ao mestre uma grande festa na própria casa; uma numerosa multidão de publicanos e outra gente sentavam-se à mesa com eles”. Depois, no silêncio e com discrição livrou-se do dinheiro, fazendo o bem. É dele de fato que nos refere a admoestação do Mestre: “Quando deres uma esmola, não saiba a esquerda o que faz a tua direita, para que a esmola fique em segredo; e o teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará”.
Após o episódio do chamado, o evangelho lembra Mateus uma única vez, falando da eleição dos apóstolos. Da atividade de São Mateus após Pentecostes, conhecemos somente as admiráveis páginas do seu evangelho, dirigido particularmente aos hebreus e que é caracterizado por cinco grandes discursos de Jesus sobre o Reino de Deus. Foi escrito com toda a certeza antes da destruição de Jerusalém, acontecida no ano de 70. Uma tradição antiga recorda que Mateus, como chefe missionário, não teria comparecido diante dos juízes para dar
testemunho. Outras fontes, ao invés, menos verídicas, difundem-se na narração dos sofrimentos e do martírio de São Mateus, apedrejado, queimado e decapitado na Etiópia, de onde as relíquias do santo teriam sido transportadas, primeiro para Paestum, no Golfo de Salermo e no século X para a cidade de Salermo, onde até hoje são honradas.